Olá Happytowner


A felicidade é um dos temas mais debatidos e teorizados da história, mas continua a ser mais fácil sentir que definir hermeticamente; sabemos se estamos felizes ou infelizes, mas não é sempre claro e consciente o motivo pelo qual nos sentimos tão bem e torna-se ainda menos óbvio e mais difícil a capacidade de dominarmos o momento e prolongar essa sensação no tempo.

A Psicologia positiva tem-nos fornecido uma abordagem que permite compreender o nosso papel na construção de nossa felicidade; a felicidade assume-se como algo que não nos calha em sorte numa roleta cósmica e esotérica, mas como uma construção que pode ser fortemente influenciada pela nossa acção individual e voluntária.

HAPPYTOWN vai ao encontro do indivíduo nas dimensões mais relevantes para a construção da felicidade: o social, o familiar e o profissional e para cada um deles apresenta um plano de acção que visa aumentar a noção do indivíduo do seu papel preponderante na procura e no atingir da sua felicidade e a constatação que o aumento do bem-estar num dos campos, potencia e contagia positivamente os outros.

O ser humano numa abordagem transversal e intimista na busca de uma felicidade que se define, se sente e se vive.
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De Cristina a Happyologist*

*Happyologist – pessoa que estuda a felicidade e que a promove.

Desde miúda que sinto que a minha vida seria fascinante, não sabia em quê, como ou porquê, mas sabia que na vida haveria mais do que estudar, trabalhar e começar uma família.
Sempre senti que existia algo mais dentro de mim que precisava de ser descoberto e que quando assim fosse, eu sentiria que tinha atingido a minha plenitude e o meu propósito.
Em pequena, passava horas a saltitar entre actividades, era a única miúda do meu colégio que tinha a mesma quantidade de barbies quanto de carros.
Este acesso e permissão a todas as coisas foi desenvolvendo a minha curiosidade, quando uma criança tem espaço para escolher, para fazer e para ser, ela torna-se mais corajosa, aventureira e interessada pelo mundo.
Desenvolver-me num ambiente “sem limites”, mas com regras, foi-me desde cedo incutindo esta saudável insanidade de desmontar crenças e desconstruir “realidades”.
Mas como é que a história da minha infância se relaciona com o descobrir do meu propósito? Em tudo.
Há tempos, numa formação em Londres, foi-me pedido que me transportasse para a infância, para as coisas que fazia vezes sem conta e fizesse um paralelismo com o que gosto de fazer hoje. Fez-se luz, eu estive sempre lá.
Cantava, escrevia, sempre que podia sentava a minha família no sofá, punha-me em cima da mesinha do café e lia-lhes os meus poemas, as minhas histórias, cantava-lhes as minhas músicas.
O meu propósito são as pessoas, com relações, o acréscimo de valor, o impacto positivo criado através da palavra, da voz e com um bocadinho de espectáculo (há toda uma humorista não vivida em mim).
Há poucos sítios em que me sinta mais feliz que em sala, a partilhar ideias, histórias, a desafiar, a criar pontes, a devolver esperança sustentada e a desenvolver opções.
Esse é o meu propósito. Criar caminhos.

De Happyologist a Mayor de Happytown


Aprender, aprender, aprender - Partilhar, partilhar, partilhar
Academicamente estudei psicologia comunitária (ICTE-IUL), Psicologia positiva (WTT-Bristol), Sociologia (NOVA) e Gestão de RH (ISLA).
Nos últimos anos tive contacto directo e empírico, com vários modelos teóricos de definição, frameworks e acção para a felicidade, alguns resultados da minha paixão pela investigação, outros trazidos dos meus trabalhos de sociologia do território.
Mas foi a psicologia positiva que fortaleceu o caminho, a PP é a ciência aplicada da felicidade e continua até hoje a ser o meu maior recurso metodológico.
Desde que trabalho e promovo felicidade, já tive o privilégio de participar nos projectos de felicidade de homens, mulheres e famílias, já mergulhei nos desafios da felicidade empresarial, onde me tenho dedicado ao Happy training de indivíduos e equipas, prestando serviço felicitário em pequenas, médias e grandes empresas, fazendo parte da concretização de pequenos, médios e grandes sonhos de pessoas extraordinárias.
Acredito que o meu rigor, nível de exigência, conhecimento e a responsabilidade com que encaro os projectos e as pessoas são factores determinantes para o primeiro enamoramento entre mim e os meus clientes.
Trabalho a realidade recorrendo à ciência, com frameworks específicos, criados ou adaptados segundo as necessidades e os desafios.
Empírico e científico. O resto é romance.
Cristina Nogueira da Fonseca
Cristina Nogueira da Fonseca

Mayor em Happytown, Happyologist

Creative, detail-oriented, always focused.

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A abordagem sistémica, 360º, baseada na investigação e na evidência.
Colaboradores
Palestra "Happy Hour é das 9 às 5"

Training - Os 3 pits stops até happytown
1º pit stop - A Descoberta
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3º pit stop - A Liberdade
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Investir na Felicidade empresarial, o certo e o esperto.

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Quem é o Chief Happiness Officer?
É um porta-voz da cultura empresarial, influenciador da energia da equipa, aferidor dos níveis de engagement e flow, promotor da cultura da felicidade e lealdade dos colaboradores.
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